terça-feira, 30 de março de 2010

Márcio de Lima Dantas fala sobre a arte de Celina Bezerra

Além deste sertão: a pintura de Celina Bezerra - por Márcio de Lima Dantas**

Celina Bezerra

É curioso observar a trajetória da professora norte-rio-grandense Celina Bezerra. Advinda das terras quentes da região do Seridó, de antigas famílias ali chantadas, desde muito, inicialmente dedicou-se ao magistério, tendo se aposentado como professora do Departamento de Educação da UFRN. Pintora bissexta que era, agora dedica-se à literatura e às artes plásticas. Quando disse “curioso” quis deixar implícito o fato de umas das primeiras manifestação artísticas do Homo sapiens foi a pintura nas cavernas, vindo depois as diversas formas não fonéticas de escritura, para depois vir a ser como o que se configurou como elementos da linguagem, nos dias de hoje. Quis com isso lembrar que Celina Bezerra procedeu de maneira inversa: foi da palavra às artes plásticas. De outra feita, não podemos esquecer o belo livro de memórias, com forte conteúdo histórico e etnográfico, escrito conjuntamente com dois irmãos: Meninos de sítios: falando sob re cultura sertaneja (BEZERRA, Celina; ARAÚJO, Laércio Bezerra de; AMMANN, Safira Bezerra. Natal: Gráfica Nordeste, 1997). Os primeiros trabalhos em telas revelam ainda a presença dos seus mestres; vindo, hoje, a definir-se com traço vigoroso e particular, dotada de um pathos que dispõe sua letra e seu número, distintos dos tantos quantos optam por retratar paisagens ou personagens que dizem respeito a nossa geografia humana ou das paisagens encontradas pelo interior afora.

É notável a marca diferente que a dispõe num lugar outro que não o da mesmice de repetir não só os temas recorrentes, mas, sobretudo a maneira como são dispostos tais elementos, que nos conduz, inexoravelmente, a um travo de dèja vu, com forte carga de caricatura, proporcionando a reprodução de literalmente um “quadro”, condizentes com as realidades encontradas hoje, num mundo globalizado, no qual todo lugar se assemelha, tanto em nível comportamental quanto no que diz respeito às edificações. Ao contrário dos muitos que entoam o coro do saudosismo, Celina Bezerra optou por um outro caminho, ou seja, compreender a pintura não como conteúdo, mas como forma, como maneira de transfigurar aspectos da realidade de um lugar, o Sertão, desde sempre objeto da pintura produzida na região Nordeste.

Para quem está acostumado às representações pictóricas de aspectos relacionados ao sertão - que fomos acostumados a chamar de “interior”: miséria, seca, cangaceiros, retirantes - pode parecer esquisita uma retratação que refoge a esse lugar comum ou ao horizonte de expectativas do intérprete. Expectativa essa eivada de signos plenos de um discurso dominante que grassa sobretudo nos aceiros por onde anda a classe média, desejosa de se sentir diferente, a partir do contraste com o patético ou o que se apresenta como antípoda de tudo o que se encontra à sua frente e faz de conta que não vê, resultado que é de relações sociais perversas, sobremodo calcada na má distribuição de renda.

Para artistas ou escritores com maior voltagem universal, a noção de sertão despontou como objeto trabalhado esteticamente para além do senso-comum, para além do lugar vincadamente caricatural e factível de ser usado pela mídia como elemento de preconceito, mormente quando se procede ao contraste com as paisagens retratadas do sul/sudeste do Brasil. Refiro-me a autores como Guimarães Rosa, Graciliano Ramos ou Cornélio Pena, nos quais sertão não é um espaço geográfico delimitado, povoado por seres que sofrem o permanente embate com as forças físicas da natureza, perfazendo uma aura de impotência, fatalidade, que apela para o dó e a chamada “solidariedade”. Sertão, como foi representado por esses romancistas, é um lugar mental, espaço íntimo inerente a todo e qualquer senciente, afinal o sofrer, advindo do embate com o meio natural ou resultado de relações íntimas de um eu em desassossego, é parte da condição humana, quer seja de dentro ou de fora. Ora, sofrer é como a morte: só quer uma desculpa, vindo a resumir a condição do homem nos seus confrontos com a realidade. Nesse sentido, sertão é um estado no qual resplende o calor e a transparência dos que caminham pelas veredas da lucidez. Não podemos esquecer que a noção de sertão é anterior a presença lusa em terras brasileiras, provando que não deve ser compreendida como área delimitada geograficamente, mas como um conceito a ser compreendido como advindo de uma determinada experiência histórica.

Como afirmei, o vocábulo sertão já era usado desde o século XIV para indicar o que se encontrava distante da capital Lisboa que, por extensão, passou a nomear tudo o que era oposto ao chamado mundo conhecido, quer dizer, os vastos espaços que entravam interior a dentro, detendo-se pouca ou quase nenhuma informação acerca deles. Com efeito, não estava muito distante o deslizar semântico, engendrado pelos poetas e romancistas, de sertão como categoria mental, simbolizando os vastos espaços interiores nos quais não chega o poder da Ordem (ego e super-ego), Guimarães Rosa que o diga. Em síntese, sertão não passa de um conceito, de uma imagem construída historicamente.

Na pintura de Celina Bezerra, as ditas paisagens sertanejas são puro pretexto para o hábil exercício dos domínios da técnica de retratar o que está posto no nosso entorno, e que se efetiva através de vastos planos, no qual as cores predominantes são os tons de a zul e as nuances de ocre, sintomáticas cores denunciando o equilíbrio entre a alma e o corpo, a imaginação e o empírico, o céu e a terra, cuja simbólica remete à necessária harmonia entre duas dimensões que quase sempre ocupam espaços distintos. Ora, “o sertão está em toda parte”.*

Um gênero tradicional, o paisagístico, numa época tardia como a nossa, em que já se encontra praticamente exaurida a capacidade de reproduzir, contudo, na pintura de Celina Bezerra há ainda o fascínio despertado não mais pelo conteúdo, mas por meio da forma, que se constata por de pinceladas entrecruzadas, lembrando um pouco o impressionismo, feita de cores neutras ou esmaecidas.

Mais uma coisa, para os que não se convenceram ainda de que o “sertão é o mundo”*, como repisa Riobaldo, o protagonista de Grande sertão: veredas, reporto-me à paisagem da cidade de Paris durante o inverno: tem coisa mais parecida com a nossa Caatinga , quando da estação seca, o que indigitaram como nosso verão? Se lá é o frio, aqui é o tépido, entretanto, ambas as paisagens contém os mesmo elementos: as árvores decíduas perdem suas folhas; a cor predominante é o cinza, os seres ensimesmados, taciturnos, impotentes diante dos elementos físicos que campeiam seu jugo e mando, impondo um certo travo fatalista no olhar, algo parecido com resignação, coisa não tão distante das populações submetidas periodicamente às secas.

Vale lembrar que “sertão” é sinônimo de “interior”. Se no exterior ocorre o embate com as forças físicas, no interior há quase sempre um desconserto consigo mesmo, conduzindo as desavenças que acometem a todos, indiferentes à origem ou etnia. Em suma: digladia-se sempre em duas frentes. Não há como fugir. A bonança é apenas um intervalo entre dois momentos de lidas.

Quem havera de imaginar que o sertão da escritora e pintora Celin a Bezerra, iria ao encontro de concepções sempre avançadas que foram, quando de sua cristalização no campo literário, ou seja, além de SER TÃO vasto quanto as possibilidades humanas, num vergado arco que liga sentimentos antípodas: da alegria à tristeza, do palor à nódoa, do bem ao mal. Tudo numa esquisita harmonia que só a lógica do inconsciente, a lógica da arte permite. De qualquer maneira, “Sertão é o sozinho. Sertão: é dentro da gente”*. E isso ninguém pode negar ou nos tirar: TÃO SER.
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*falas de Riobaldo.


**Márcio de Lima Dantas é Professor do Departamento de Letras da UFRN

domingo, 28 de março de 2010

Hélio Oiticica

"LIBERDADE MARGINAL

Para Hélio Oiticica a arte era uma opção de vida contra toda e
qualquer forma de opressão: social, intelectual, estética, política...
Inventor, teórico, refletiu e interrogou a brasilidade e a
universalidade da arte, sempre inconformista e indiferente à moda. -
Arte concreta, Neoconcretismo, Parangolé, Tropicália, vanguarda
brasileira dos agitados anos 60, White Chapel Galery (Londres), seis
ou sete anos de Nova Iorque; uma vida de tensão em fazer arte e
habitar o mundo. Ao romper com o objeto/arte como coisa destinada à
visualidade (relação “contemplativa”), busca o tato e o movimento,
repõe a sensibilidade recalcada pelo tecnicismo do movimento concreto.
Cor, estruturas, palavras, fotos, dança, corpo, definem a obra. A
participação física é o centro e o interlocutor do acontecimento/arte,
o conceito de visão envolve todo corpo, difícil não pensar na
fenomenologia de Merleau-Ponty.

Nas palavras de Mário Pedrosa, em 1965:

“A beleza, o pecado, a revolta, o amor dão à arte deste rapaz um
acento novo na arte brasileira”.

O trabalho de Hélio Oiticica teve uma inserção no ambiente cultural de
vanguarda deste país, no momento de sua maior produtividade. Dos
Metaesquemas (desenhos em 58/59, quando o artista era integrante do
grupo Frente) aos ambientes de 69, um percurso que incorporou a
improvisação e a expressividade corporal para construir um trabalho.
Rompeu com a noção de quadro e libertou a cor da relação figurativa. A
cor deixou de ser um aspecto visual, nos ambientes e nos objetos, o
espectador era convidado para o contato físico. Penetráveis
(maquetes). Bólides (objetos de vidro com pigmentos para serem
manipulados), Parangolés (capas para vestir o corpo). Passista da
Mangueira. Tropicália.

“Tropicália é a primeiríssima tentativa consciente, objetiva, de impor
uma imagem obviamente brasileira” ao contexto atual da vanguarda e das
manifestações em geral da arte nacional. Tudo começou com a formulação
do Parangolé, em 1964, com toda a minha experiência com o samba, com a
descoberta dos morros, da arquitetura orgânica das favelas cariocas (e
conseqüentemente outras, como as palafitas do Amazonas) e
principalmente das construções espontâneas, anônimas nos grandes
centros urbanos – a arte das ruas, das coisas inacabadas, dos terrenos
baldios, etc.”
H.O.

“Propositadamente quis eu, desde a designação criada por mim de
“tropicália” (devo informar que a designação foi criada por mim, muito
antes de outras que sobrevieram, até se tornar a moda atual), até os
seus mínimos elementos, acentuar esta nova linguagem com elementos
brasileiros, na tentativa ambiciosíssima de criar uma linguagem nossa,
característica, que fizesse frente à imagética Pop e Op
internacionais, na qual mergulhava boa parte de nossos artistas”.
H.O.

Uma manifestação ambiental em que, ao penetrá-la, o espectador era
bombardeado por imagens sensoriais, devendo reagir com todos os
sentidos, a Tropicália foi instalada pela primeira vez em 1966, no
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Irreverente, rigoroso e
anarquista ao mesmo tempo, coerente com suas propostas, tinha um
perfeito domínio intelectual sobre seu próprio trabalho. Mais do que
uma instalação de arte, a Tropicália era um pensamento avançado sobre
a arte brasileira.

“Como se vê, o mito da tropicália é muito mais do que araras e
bananeiras: é a consciência de um não condicionamento às estruturas
estabelecidas, portanto altamente revolucionário na sua totalidade.
Qualquer conformismo, seja intelectual, social, existencial, escapa à
sua idéia principal”.
H.O. – 1968.

A experiência de Hélio Oiticica parte do concreto para a periferia do
projeto construtivista, adotando procedimentos estranhos como: a
marginalidade, a crítica à produção industrial, a participação do
corpo na leitura da obra. No princípio era Mondrian e Malevitch;
depois, o outro lado da modernidade: Marcel Duchamp. Uma trajetória
exemplar, na forma como transformou o seu trabalho, fazendo da
existência a condição da arte. A vida de um artista não explica a
obra; mas, se comunicam, principalmente no caso de Oiticica. Seu
trabalho é resultado de sua relação tensa com o cotidiano, que via na
marginalidade uma idéia de liberdade; aliás, o artista não é um
marginal que empresta seu corpo ao mundo, para transformá-lo em
pintura?! (Marleau-Ponty). Com a Tropicália, Oiticica submeteu a
brasilidade a uma inteligência rigorosa, sem perder o referencial
poético. Uma proposta cultural que buscava algo à margem, ou melhor,
entre “o visível e o invisível”; construir, com a experiência
sensorial, um pensamento.

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Almandrade
(artista pástico, poeta e arquiteto)

salvador, 1990"
(recebido por e-mail)

quinta-feira, 25 de março de 2010

pedido de informação sobre vídeo

Uma leitora postou solicitação de informação sobre como adquirir determinado vídeo. Pedimos que poste novamente, indicando nome do vídeo e onde o encontrou -se neste blog ou em outro que possa estar linkado na lateral deste.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Projeto Picadeiro no Anfiteattro da UFRN


A M.A.P.A Realizações Culturais, com o patrocínio da Cabo Telecom, realiza neste sábado, a partir das 16h, o Projeto Picadeiro, no anfiteatro da UFRN.
Será uma tarde inesquecível, com atividades artísticas, brinquedos e brincadeiras, shows e muito mais!!!!
Venha conferir!!!!!
Você é nosso/a convidado/a especial!!!
Uma tarde cultural maravilhosa!
Entrada franca!!
Traga toda a sua família!!

(recebido por e-mail)

sábado, 20 de março de 2010

Lançamento de Lisbeth Lima de Oliveira

Estão todos convidados, em nome da Editora Sebo Vermelho, para o lançamento de livro VASTO (poemas), de Lisbeth Lima de Oliveira.
Local: Aliança Francesa (Rua Potengi, 459-Natal-RN)
Dia: 24 de março
Hora: 19

sexta-feira, 19 de março de 2010

A exposição de Vicente Vitoriano no NAC: infância da letra



Nivaldete Ferreira




O artista


Aconteceu ontem, na galeria do Núcleo de Arte e Cultura-Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a abertura da exposição de Vicente Vitoriano que, além de artista plástico, curador e crítico de arte, é professor no Departamento de Artes dessa mesma universidade.
A PALAVRA PINTADA -assim se chama a exposição.
Ut pictura poesis (uma pintura é como uma poesia). Esta proposição remonta aos antigos, sabe-se, e se liga a uma concepção literária da arte. Então havia, já, uma compreensão do que hoje se chama, de forma quase exaustiva, de hibridização, ruptura de fronteiras, diluição de uma lingugem em outra. Numa palavra, mistura.

Vicente Vitoriano faz, com sofisticada simplicidade, essa familiarização pintura/palavra, pintura/letra. Não se trata de culto à antiguidade, mas de trazer de lá um insight semiótico que assim se define: atemporal. À semelhança daquele ocorrido em Heráclito de Éfeso (séc. VI-V a. C.): "A harmonia mais perfeita é semelhante a um monte de esterco feito ao acaso" (GOMES, 1973, p. 150). Vemos: os bons dizeres atravessam os tempos.

O que Vitoriano faz parece uma apropriação/atualização que revela uma certa infância da letra, entendendo-se essa infância como ludicidade e desautomatização. Pois esquecemos que letras são desenhos!
Ele cria também caligrafias (cali -> kalos, belo), mas caligrafias propositalmente ilegíveis, produzidas, como ele diz, em fluxo automático, algo dadá. Irrecusável lembrar o James Joyce de Finnegans Wake - uma língua impossível, uma alíngua. É que a arte pode ser abstrusa, impossível; pode não dizer, ou dizer trocando letras. Ou apenas sugerir... A clareza é, ou foi, da ciência (veio o quântico e com ele a incerteza).

Enfim, Vitoriano garante a sua alteridade de artista nesta contemporaneidade inquieta e plural, impactante e, às vezes, temerosa e resistente, mas principalmente aberta. Essa sua exposição, que vai muito além do que foi referido aqui, é um evento marcante para as artes plásticas do Rio Grande do Norte. Falta a sociedade local lembrar-se mais do NAC, onde ocorrem mostras de alta qualidade, como é a de Vicente Vitoriano.

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GOMES, Pinharanda. Filosofia grega pré-socrática. Lisboa: Guimarães & Ca. Editores, 1973
obs. Não foi possível postar imagens. Farei isso depois.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Soprano Hilkélia no TAM


"A soprano HILKELIA apresenta ao público a música erudita que se corresponde
com as canções do mundo."

A apresentação será no Teatro Alberto Maranhão-Natal-RN, dia 19 de março (sexta-feira),
às 19h.

terça-feira, 16 de março de 2010

"É dando que se recebe"

Mariano Tavares musicou um poema de Civone Medeiros. A gravação é caseira, mas deixa ver a beleza que resultou dessa parceria.


sábado, 13 de março de 2010

Lançamento de 70 Vezes 7


Adicionar imagem


Drika Duarte, jovem e talentosa, lança mais um livro de poemas: 70 Vezes 7.
Local: Siciliano do Midway Mall - Natal-RN
Dia 22 de março (uma segunda-feira)
Hora: 19

Haverá apresentações poéticas e musicais.


"Amar além é voar em leves ventos
É perder a vista onde mora o horizonte
É estar eternamente dentro da fronte
Com que o infinito transpassa o sentimento" (
trecho do poema I)

PALAVRA PINTADA - UMA EXPOSIÇÃO DE VICENTE VITORIANO

Nesta quinta-feira, dia 18 de março, será aberta a exposição Palavra Pintada, de Vicente Vitoriano.
Às 19 horas, na Galeria Conviv'art, no Campus Universitário.
Todos estão convidados.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Conexões Tecnológicas


Conexões Tecnológicas 2010 no ar
Estão abertas as inscrições para o Festival Conexões Tecnológicas 2010. Depois do sucesso das edições de 2006 e 2008, o Instituto Sergio Motta realiza a 3ª edição do projeto, que promove a discussão e a divulgação de trabalhos em mídias digitais realizados por alunos da graduação de todo país, nas áreas de Artes e Design. O objetivo é o de efetuar a divulgação da produção universitária junto a sociedade civil e o meio produtivo, possibilitando o mapeamento de tendências e destacando futuros profissionais. Uma novidade do Festival Conexões Tecnológicas 2010 é um site próprio, que possibilitará o debate e o compartilhamento de informações e trabalhos entre todos os interessados, alunos, professores e profissionais da área.

Saiba mais
Inscreva seu trabalho

Siga o twitter: @conexoes2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

informativo do grupo de teatro clowns de shakespeare 08 a 14.03.2010 | ano 03 | n°49

A Farsa segue na estrada!


A Farsa da Boa Preguiça segue em sua turnê Nordeste adentro. Após cumprir as cidades paraibanas, chegamos ao Ceará. Confira as apresentações desta semana:

- Terça-feira, 09, apresentação em Fortaleza (CE), às 16h, na Praça do Ferreira, no Centro. Esta apresentação integra também a programação do Festival BNB de Artes Cênicas. Após o espetáculo, seguiremos para o SESC São Luiz para um bate-papo com o público.

- Quinta-feira, 11, apresentação em Mossoró (RN), às 19h30, na Praça Cícero Dias, em frente ao Teatro Dix-Huit Rosado, com bate-papo ao final do espetáculo.

- Sábado, 12, apresentação em Assu (RN), às 19h30, na Praça Santo Antônio, em frente à igreja, com bate-papo ao final do espetáculo.

Na próxima semana, chegamos finalmente a Natal! A apresentação será na segunda-feira, 15, no Largo Dom Bosco, em frente ao Teatro Alberto Maranhão, às 18h!

Mais informações sobre o espetáculo e a turnê podem ser encontrados no blog da Farsa e no hotsite do espetáculo.

Curtinhas

- O Instituto Itaú Cultural lançou na última semana a primeira edição do Programa Rumos Teatro, destinado a grupos de teatro do país. O programa é o resultado de um longo trabalho desenvolvido no projeto Próximo Ato, que culmina nesse edital de intercâmbio entre grupos. Confira o regulamento e outras informações em: www.itaucultural.org.br.

- Nosso grande parceiro Dib Carneiro Neto, um dos principais nomes do pensamento sobre o teatro para crianças no país, acaba de lançar seu blog sobre o tema, o Pecinha é a Vovozinha. Para quem se interessa pelo tema, é obrigatório: blogs.estadao.com.br/dib-carneiro-neto/.


Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare. Rua Amâncio Ramalho, n° 08. Lagoa Nova.
Natal - RN. CEP 59056-080. Fone: (84) 3221.1816 (à tarde)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Primeira Defesa de Dissertação no Mestrado em Artes Cênicas- Deart-UFRN

O PPGArC tem a honra de convidar a todos para a 1ª Defesa de Dissertação
de Mestrado do Departamento de Artes da discente Tatiana de Morais
Barbosa, intitulada Mão Branca em Cena: Dramaturgia e Violência no Mito
Urbano.
Dia: 15/03/2010
Local: Departamento de Artes, Sala 25.
Horário: 18:00h
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Alex Beigui (Orientador)
Profa. Dra. Sandra Erickson (UFRN)
Profa. Dra. Sandra Luna (UFPB)
(recebido por e-mail)

terça-feira, 2 de março de 2010

Palavra pintada - uma exposição de Vicente Vitoriano


Imagem de uma das peças do tríptico "ut pictura poesi". Acrílica e colagem sobre tela
No próximo dia 18 de março, abrirei a individual PALAVRA PINTADA, na Galeria Conviv'art (NAC/UFRN). Desenhos e pinturas exploram as qualidades formais e de significado conceitual do texto escrito e as relações entre arte e teoria da arte.
Vicente Vitoriano